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Vamos criar juntos os mapas da realidade que queremos viver? Vamos realizar duas oficinas sobre o MAP-SE na HUB Escola. Ela acontecerá em São Paulo no dia 13/02 e em Belo Horizonte no dia 20/02. Saiba mais e inscreva-se aqui:http://www.hubescola.com.br/curso/map-se/

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O Sarau de Ideias é um encontro informal e aberto, em que podemos trocar ideias, tomar um vinho e aprender em conversas sobre inovação e criatividade. Para este encontro, a proposta é conhecer as diferentes teorias e pontos de vista, as crenças e os caminhos para a Arte da Narrativa na era digital. Agende esta data: 30/07 (SEGUNDA FEIRA -18h30 às 21h30) Com Cristiana Ceschi, atriz, cientista social e narradora de histórias. Há 12 anos conta histórias em espaços e para públicos diversos. Atualmente desenvolve pesquisa de mestrado na ECA USP sobre a Arte da Palavra no contexto da Era Digital, e Luciana Annunziata, designer de Aprendizagem Social e Inovação, diretora da Dobra, e editora do blog: http://ideiasprainovar.com Contaremos com várias presenças especiais, entre elas: - Rodrigo Arnaut, Pesquisador da Globo e Curador responsável pelo grupo Era Transmídia, da ESPM. - Sergio Luis Seloti Jr, professor do Mackenzie e doutorando na FGV, onde estuda o tema das narrativas organizacionais. Teremos contadores de histórias, poetas, marqueteiros, gestores do conhecimento, administradores, ativistas digitais, enfim, não faltarão visões diferentes sobre o tema! Traga suas ideias, inquietações e histórias. Seja bem-vindo ao nosso encontro. A inscrição para o Sarau deve ser feita pelo e-mail: inscricoes@livrariadavila.com.br Valor: R$ 30,00 Vagas Limitadas: 20 Vagas Loja: Fradique Coutinho, 915, Pinheiros

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O Sarau de Ideias é um encontro informal e aberto, em que podemos trocar ideias, tomar um vinho e aprender em conversas sobre temas emergentes em inovação e criatividade. Para este encontro, a proposta é conhecer as diferentes teorias e pontos de vista, as crenças e os caminhos apresentados para a Arte da Narrativa na era digital. Agende esta data: 30/07 (SEGUNDA FEIRA -18h30 às 21h30) Com Cristiana Ceschi, atriz, cientista social e narradora de histórias. Há 12 anos conta histórias em espaços e para públicos diversos. Atualmente desenvolve pesquisa de mestrado na ECA USP sobre a Arte da Palavra no contexto da Era Digital, e Luciana Annunziata, designer de Aprendizagem Social e Inovação, diretora da Dobra, e editora do blog: http://ideiasprainovar.com. Contaremos com várias presenças especiais, entre elas: - Rodrigo Arnaut, Pesquisador da Globo e Curador responsável pelo grupo Era Transmídia, da ESPM. - Sergio Luis Seloti Jr, professor do Mackenzie e doutorando na FGV, onde estuda o tema das narrativas organizacionais. Teremos contadores de histórias, poetas, marqueteiros, gestores do conhecimento, administradores, ativistas digitais, enfim, não faltarão visões diferentes sobre o tema! Traga suas ideias, inquietações e histórias. Seja bem-vindo ao nosso encontro. A inscrição para o Sarau deve ser feita pelo e-mail: inscricoes@livrariadavila.com.br Valor: R$ 30,00 Vagas Limitadas: 20 Vagas Loja: Fradique Coutinho, 915, Pinheiros

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Make Space, de Scott Doorley e Scott Witthoft, dá dicas de como tornar os espaços de trabalho/escritórios mais criativos e colaborativos. O livro faz com que a gente abra os olhos para os espaços limitados de nossos cubículos, cantos de trabalho e salas de conferência. Acaba abrindo um leque de possibilidades para refazermos estes espaços. Nos mostra que podemos manipular estes lugares de trabalho para que tornem-se mais criativos facilitando a comunicação entre as pessoas. Encontramos ferramentas que nos auxiliam a contruir desde mobiliários até a dar algum acabamento nas paredes. Sugestões de ambientes que nos ajudam a criar, descontrair  e aprender. Execelnete para dar o ponto de partida no desenvolvimento de aprendizagem, inovação e criatividade em empresas, intituições e escolas. Recebemos esta indicação através do pessoal do HUB. Valeu a dica!

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O Sarau de Ideias é um encontro informal e aberto, em que podemos trocar ideias, tomar um vinho e aprender em conversas sobre temas emergentes em inovação e criatividade. Nesse Sarau vamos conversar sobre a arquitetura dos nossos espaços de convivência e como podem estimular os processos de criação. Agende esta data:02/07 (SEGUNDA FEIRA -18h30 às 21h30) Com Caio Vassão, Arquiteto, Urbanista. Recentemente, trabalhou na atualização e ampliação do Metadesign e propôs a abordagem da Arquitetura Livre, para processos colaborativos, e Luciana Annunziata, designer de Aprendizagem Social e Inovação, diretora da Dobra, e editora do blog: http://ideiasprainovar.com A inscrição para o Sarau deve ser feita pelo e-mail: inscricoes@livrariadavila.com.br

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02/7, SEGUNDA FEIRA, das 18h30 às 21h30 Arquitetura e Espaços de Criação O Sarau de Ideias é um encontro informal e aberto, em que podemos trocar ideias, tomar um vinho e aprender em conversas sobre temas emergentes em inovação e criatividade. Nesse Sarau vamos conversar sobre a arquitetura dos nossos espaços de convivência e como podem estimular os processos de criação. Com Caio Vassão, Arquiteto, Urbanista. Recentemente, trabalhou na atualização e ampliação do Metadesign e propôs a abordagem da Arquitetura Livre, para processos colaborativos, e Luciana Annunziata, designer de Aprendizagem Social e Inovação, diretora da Dobra, e editora do blog: http://ideiasprainovar.com - A inscrição para o Sarau do dia 02/06  deve ser feita pelo e-mail: inscricoes@livrariadavila.com.br Seja bem-vindo aos nossos encontros.

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O Sarau de 21/09  foi ótimo. Um grande grupo com executivos, empreendedores, consultores e curiosos em geral. Sala cheia de boas histórias. O tema foi Cultura Organizacional e Inovação e as moderadoras fomos eu, Luciana Annunziata da Dobra e Silvana Aguiar da Antar Consultoria. Começamos a partir de um lindo texto do romance De Repente, nas Profundezas do Bosque, de Amos Oz em que os lenhadores passam a seus filhos um antigo saber: “nunca, mas nunca mesmo, de maneira alguma, mas de maneira alguma mesmo” era permitido entrar na floresta durante a noite, pois Nehi, o demônio, vivia ali. Então começamos explorando a inovação como esse lugar escuro, em que lidamos com a incerteza, algo que tentamos ancestralmente evitar. O medo de arriscar é passado de pai para filho, permeia nossa vida em diversos campos e o ambiente de trabalho é somente mais um lugar onde esse medo se manifesta. Silvana colocou então a questão que guiou sua tese de doutorado: Que ecologia é essa que dá condições para que a inovação aconteça? Uma das maneiras de entender essa ecologia é compreendendo o discurso que a permeia. O discurso revela o modo de viver da organização, revela os valores e crenças arraigados na cultura. Além do discurso, a leitura dos símbolos é fundamental, pois eles possibilitam e representam os pactos existentes na organização. A inovação se baseia nesses pactos. Muitas histórias serviram como exemplo. Silvana contou do susto dos gestores ao serem convidados para uma reunião com comes e bebes na sala da presidência da Embraer, onde eles nunca haviam entrado. Era um símbolo. Contei a história do time sênior de P&D da Kibon e da observação que fiz do modelo de trabalho deles quando a empresa foi comprada pela Unilever. Era um time silencioso, mas que conversava e ria para definir a estação de rádio que seria selecionada. Era o rádio mais importante da empresa! Luiz Butti veio com um contraponto, tinha ficado com a história da escuridão do bosque na cabeça. “Mas inovação é medo do escuro ou frio na barriga?” e foi complementado pelo Diego Dutra “é paixão!”. “É uma cultura coerente em movimento”, disse a Silvana. Há empresas com uma cultura muito coesa, mas sem essa energia apaixonada que move a inovação. Ela deu o exemplo da Promon, com sua cultura de “alinhados briguentos”. Na análise de discurso dessa empresa, a palavra reinvenção era uma das que mais surgia. “E de onde vem a inovação?”, perguntava ela, “Sei lá, Silvana, vem das paredes”, respondiam eles. Então a inovação tem ao mesmo tempo esse componente de medo, de frio na barriga e de paixão. Pra entrar nessa floresta, precisa estar bem acompanhado, e ter coragem, daí a necessidade de um mínimo de coesão cultural. “Você não vai entrar na floresta com alguém que acabou de conhecer”. Caspar complementou: “a cultura de inovação é diferente em cada empresa, não dá pra copiar. A necessidade de inovação vai ser diferente dependendo do tamanho e do nível de maturidade da empresa, além do setor em que ela atua.” Quanto mais madura a empresa, mais difícil de manter viva a cultura de inovação. “What got you here, won´t get you there.” Além disso, se a empresa está num setor ultra-dinâmico, como o de Telecom, ou o varejo, a inovação estará sempre no encalço. Não há tempo para cristalizar práticas e produtos, ou pelo menos o risco dessa perda de maleabilidade é enorme. “Por que inovar nesta empresa neste momento?” Essa é uma pergunta fundamental, pois a inovação é totalmente contextual. Para entrar nessa floresta, é preciso que tenha sentido. “E é necessário entender o processo de inovação. São habilidades diferentes a cada etapa e o que foi útil na criação, pode não ser necessário na implementação”, coloquei. Então a cultura de inovação lida com os paradoxos, vive num estado de jogo entre a estabilidade e a instabilidade, entre saber criar e saber analisar e implementar, entre ser estrutura  e ser rede. A cultura de inovação sabe habitar esses dois lugares ao mesmo tempo. E como isso acontece na prática sem que tudo vire uma grande confusão? É preciso conversar sobre inovação para esclarecer o seu significado específico na organização. A conversa é o que faz o sistema vibrar. Segundo Humberto Maturana, nós vivemos as nossas conversações e elas ditam o que podemos perceber. São a própria energia que alimenta aquela ecologia que a Silvana colocou no começo da conversa. “O ambiente de trabalho inovador é o que permite vida”, diz Silvana. Eu diria, é o ambiente que pulsa nas conversações. E onde acontece esse pulsar? Não somente quando verbalizamos. Falamos um pouco da teoria U que se apóia muito no poder da meditação e agora lembro do filósofo  Gilles Deleuze com sua famosa frase “eu não me mexo muito para não espantar os devires.” A inovação é esse futuro que vai chegando, mas que precisa ser percebido, seja nas conversas, seja nas pausas. Então a cultura de inovação tem ritmo. É apaixonada, mas sabe pausar. Conversa, mas sabe focar. Gera negócios, mas também se questiona sobre seu modelo de negócios. “E até onde vai essa cultura, quais os limites da organização nesse caso?”, pergunta alguém. Ah, todos concordaram, essa é uma organização que transborda.

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Participar  do projeto Hub Escola de Inverno foi muito interessante para a nossa equipe - compartilhamos saberes e aprendemos muito com o grupo! Uma das vivências que participamos e queremos destacar foi a oficina de aprofundamento sobre diálogo do Arnaldo Bassoli. Refletir coletivamente sobre os diversos aspectos das conversações humanas e contextualizar o diálogo como uma metodologia para crescimento pessoal e organizacional foi um dos pontos que nos chamou atenção na oficina. Refletimos que as pessoas conversam a partir de seus pressupostos, suas histórias de vida, seus significados semânticos.  Numa conversação em grupo  é compreensível a existência de diferentes visões sobre os mesmos temas assim como, diferentes tipos de conversa podem se estabelecer em torno deles. Deliberação, debate, discussão e diálogo são exemplos de conversação que têm premissas e focos diferentes. A deliberação, por exemplo, pressupõe que haja uma definição de tema a partir de discordâncias. No debate,  existe a necessidade de enfrentamento e contraponto, já que as ideias de um prevalecerão em relação as ideias do outro.  Na discussão,  haverá uma escolha, uma conclusão possível,  fruto da análise de diferentes possibilidades. Já os métodos de diálogo, ajudam quando se pretende incluir as ideias. Se questões abaixo são relevantes, metodologias de diálogo se fazem necessárias. Como compor as diferentes visões? Como articular conversas quando os pressupostos são rígidos (“núcleos duros”) ao ponto de não permitirem novas possibilidades? Como manejar conflitos e desentendimentos que podem surgir nas conversações humanas? Arnaldo Bassoli conceitua o diálogo como um tipo de conversação que necessariamente estabelece uma escuta ativa e uma composição de ideias. Não existe uma ideia certa ou errada, o que existe são pontos de vistas formulados por pessoas com histórias de vidas diferentes. Não é essencial que haja concordância ou consenso, o que importa é que haja escuta ativa: “escutar o outro e dar-lhe atenção é mais importante do que concordar com ele”. A escuta ativa semeia vínculos entre as pessoas. Pois, quando estamos preparados para ouvir o outro atentamente, ele se sente valorizado e, assim, tem a oportunidade de expressar de forma mais clara e, provavelmente, de forma mais profunda aquilo que tem a dizer. Da mesma forma que se predispõe a nos ouvir e compreender nossos diferentes pontos de vista. No entanto, para que haja uma escuta ativa do outro, antes é necessário um processo de ouvir interno. Precisamos nos tornar mais observadores e reflexivos  sobre os nossos próprios pressupostos: o Que sinto quando ouço o outro? Quais são os meus pressupostos básicos nessa conversa? Eu consigo ouvir o que o outro está dizendo ou já tenho uma concepção formada e rígida sobre a questão abordada? Para Schein (2008, p.257-258) o diálogo é um tipo de conversação que torna possível, e até provável, aos participantes tornarem-se conscientes de alguns pressupostos escondidos ou tácitos. Quando nos tornamos mais conscientes de como o nosso processo de pensar funciona, percebemos nossos núcleos duros e reconhecemos que os outros também partem de pressupostos diferentes. Compreender e tornar consciente os núcleos duros pode gerar aprendizados mútuos. Para arquitetar um ambiente propício ao diálogo 2 cuidados  são fundamentais: Criar um clima de igualdade – Mesmo que haja hierarquia no grupo é importante criar um clima de igualdade antes de começar o processo. Dispor as pessoas em um formato circular e articular um pacto (alinhamento de expectativas) de participação entre todos contribui positivamente para um clima de igualdade no processo. Conceituar e alinhar as bases para o diálogo –  esclareceer a importância da escuta interna e da escuta ativa. As dinâmicas de conversação que estudamos e aplicamos nos nossos projetos (como por exemplo,World Café, Open Spaces,  entrevistas apreciativas, etc) são fundamentadas pelo diálogo. Ou seja, partem da princípio de que a construção de um conhecimento coletivo se dá a partir  da composição de diferentes significados semânticos. Ao articular espaços de conversações baseados em diálogo é possível potencializar as relações produtivas, o aprendizado colaborativo e a construção conjunta de significado e de conhecimento. Assim, acreditamos que os processos de transformação organizacional e de inovação passam, necessariamente, pelas conversações dialógicas em torno de desafios comuns.

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Há uma discussão interessante acontecendo entre as pessoas que discutem aprendizagem social, ou em rede: até que ponto nós fazemos a organização em que vivemos e até que ponto ela nos condiciona? No blog de Harold Jarche, uma frase chama a atenção: “A moralidade que dá forma às ações das pessoas não tem raízes nelas mesmas, mas nas estruturas que as cercam”. É uma das frases de conclusão de um artigo publicado na Der Spiegel , que Jarche transcreve. Há um certo espanto nessa frase. Estamos, pelo menos no Brasil, imersos numa discussão sobre protagonismo nas organizações, que está relacionada a temas fundamentais, como o intra-empreendedorismo, o papel do educando no processo educativo e a inovação. De acordo com o conceito, cada um é responsável por suas ações e escolhas, especialmente por aquelas que podem mudar o rumo da organização. Faz sentido. O protagonismo coloca em cheque o discurso acomodado de que a organização deve oferecer o contexto, a formação, o desenho da carreira, como se fosse uma “grande mãe”. A expressão do potencial individual, que é a base do protagonismo, coloca em movimento o indivíduo, o time e a organização. Ao mesmo tempo, achar que a organização é um campo aberto para a auto-expressão é uma posição muito inocente. Em seu post, @jarche nos coloca esse dado de realidade e o ilustra com outra frase, atribuída a Winston Churchill: “Primeiro nós damos forma às nossas estruturas, depois as estruturas nos dão forma”. Há pesquisas interessantíssimas sobre isso. Em uma delas, estudantes são confinados em uma prisão e os pesquisadores aguardam a evolução dos comportamentos. Em poucos dias, a violência está instalada, mesmo entre jovens antes considerados saudáveis. Há, portanto, uma relação recursiva entre a estrutura (ou arquitetura) de um dado ambiente e a atuação de seus “habitantes”. Os "habitantes" moldam a organização que depois passa a moldá-los. Isso faz com que os integrantes de uma organização sejam eternamente protagonistas, mas também cegos, já que, por estarem imersos numa dada estrutura e numa dada cultura, têm a percepção condicionada por elas. Há exemplos "clássicos" desse tipo de cegueira, como o dos indígenas mexicanos que não conseguiam visualizar os navios colonizadores chegando, pois não podiam distinguí-los. A percepção só existe a partir do viver do observador. Com o "protagonista" acontece omesmo. Ele só consegue agir a partir do que pode enxergar, seu campo de ação não é livre, e sim limitado pelo ambiente em que vive. É preciso, e possível, criar contextos para que a percepção das pessoas possa se ampliar e para que o protagonismo possa acontecer. Como fazer isso? Há uma série de micro-estruturas e pequenas redes de conversação, tais como reuniões, workshops e encontros de forma geral que podem ser desenhados como lugares de expressão e protagonismo. Esta semana, por exemplo, encontramos um grupo que estava às voltas com uma reunião fundamental de planejamento. Enfrentavam uma grande dificuldade de conversar sobre o desenho desse encontro com o gestor responsável. Pessoas jovens, desejosas de realizar algo interessante, mas com receio de contrapor-se às idéias vindas do chefe. Isso nos leva a uma discussão de arquitetura organizacional, talvez não a dos grandes grandes projetos, mas a dos pequenos projetos que formam o dia-a-dia das pessoas.  Os gestores podem ser preparados para serem arquitetos de encontros significativos onde cada pessoa do time possa colocar na mesa sua melhor contribuição. Isso é uma atividade de metadesign: compreender como desenhar os encontros humanos na organização para, por exemplo, a fomentar o protagonismo. É algo que pode ser praticado, aprendido e aprimorado.

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